12 de agosto de 2013

2 taças de vinho e repetições.

2 taças de vinho.
Um celular que recebe o calor das mãos ansiosas por resposta. O coração apertado por um medo do que pode vir a estacionar no coração. 

Decido não esperar mais.
... O coração ignora.

A terra caminha lentamente, é um daqueles dias que nem a luz se acende, só a luminária pro ambiente ficar acobreado. Você passa horas pensando no que pode acontecer e a esperança de ser algo bom ainda te persegue, por mais pessimista que seja.  O amor é fúnebre e dolorido, mas também é a esperança.

Com a carência de outros assuntos, sua alma tem como base o amor. Seus olhos foram feitos para se obter as respostas desejadas, e as mãos para não tremerem mais. São anos estranhos para os velhos apaixonados. Recitar poemas foi esquecido, mas a coragem sobreviveu. Se não houver os antiquados a história não é preservada, não é vivida.

— Porque guarda tantos segredos?
— Não são segredos, são ecos.

Um ultimo gole; ultima analise do fundo da taça. Memórias passageiras em forma de palavras. Amores perdidos no tempo. Paixões esperadas. Me enganei nos últimos textos, não é só um coração valente. É a valentia de todo o tal do "eu" despejada em linhas, afinal, não importa quem você é, o que conquistou em sentidos interiores ou exteriores, a valentia ta dentro de qualquer atitude que te dá alegria momentânea, independente de quão desprezível possa ser. 

Quer um conselho? Vá! 



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