24 de julho de 2013

"You know, you wouldn't hold the modern times cause all you do, babe, is rhymes."

Eu quero escrever. Quero escrever como antes. Quero escrever sobre eu, sobre todas as coisas maravilhosas que me cercam e as não tão boas assim. E quando os dedos se cansarem de bater nas teclas, quero pegar o lápis e escrever como meus antepassados faziam para contar sobre um sorriso, derrota ou qualquer uma dessas causas nomeadas. Porque é a unica coisa que sei fazer, e já que sei quero ler Schopenhauer até saber perfeitamente e quando isso acontecer não irei parar, irei escrever até alcançar o maior índice de fadiga já descrito, e finalmente poderei deitar em paz. Assim poderei repousar meus dedos pois terei vivido a glória de saber o que nasci pra exercer e não carregar nenhum remorso, torcendo para isso acontecer quando tiver 100 anos só pela emoção de dizer que foram cem anos de escrita.


Sobre amores: quero escrever sobre todos mas sem perder qualquer momento. E sobre derrotas: umas deixarei publicáveis, outras não, afinal tem coisas que servem pra nós e só acrescentam a nós e publicá-las só nos trazem enxaquecas. E tudo isso só completa o circulo da vida, essa que tenho medo que passe rápido ou lentamente, e que enquanto esse paradoxo repousa sobre mim é nessa ânsia das extremas sensações de liberdade, adrenalina e culpa que vou poder sorrir e chorar em sua medida perspicaz que seja saudável e suportada a quem só quer deixar ser.

Pois bem, foi isso que aprendi da vida em tão pouco tempo, ainda falta tanto que só quero escrever até me esquecer e quando sentir falta, será fácil de recordar porque estará tudo aonde não se pode apagar... Você sabe onde, não é? Se não souber: olhe com a coluna reta só movimentando a cabeça o mais baixo que conseguir e encontrará.

Um comentário: