1 de setembro de 2012

eternizando, g.

E o que a gente faz com essa vontade de ter um ao outro,
de ficar junto como se cada um fosse um pote de ouro?
E esses refrões repetidos desse moço com um balão,
que narrou meu choro pela paixão em vão de
tantas vezes que eu via então sair da sua boca coisas nossas pra outra?

Ou em todas as jantas q'eu tive de esconder
tal lagrima pela "cruel eternidade",
nem se fala do curso de francês que se quer terminei,
e sem disfarçar, sempre lembrava do meu "moreno de cabelo enroladinho"
quando repetia je t'aime baixinho.

E em todos esses desencontros um tanto tontos,
só quero ser tua e de mais ninguém,
porque o tanto que machuca dividir, já não cabe mais discutir...

Um comentário:

  1. No começo é tudo tão lindo, vira poesia e no final é horrível. Beijo

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