2 de dezembro de 2011

amar sem am.

O medo de deixar a saudade sumir, o lago dos olhos secarem, a dor transformar-se em passado...
Mesmo que seja contraditório isso me faz viva, a emoção reata a lembrança da frieza que eu temia carregar nos ombros com o peso do mundo. E o que deveria ser male virou cura.
Pensar em esquecer não é valido, logo fecho os olhos e peço a Deus para esse pensamento ser passageiro pois, a verdade é que quando você está preso no limbo denunciado por si, não quer nem pensar em soltar-se.
Algo incompreensível, em estado de calamidade que torna-se alimento para a alma, tão carente de certezas absolutas que faz o perdão se envolver em problemas bem maiores que atraem sua mente para a resposta -ela nunca soluciona.
... Então deixa que o mar tem seu tempo para transportar suas ondas e quando a maré é boa o caminho é curto e preciso ajudando a se dissipar e não te afogar.

3 comentários:

  1. Boa tarde.
    Desculpe a intromissão, mas venho hoje divulgar meu projeto paralelo de resenhas literárias, sob o título de O Leitor.
    Se puder participar, agradecemos desde já.
    Obrigada pela atenção.
    Pamela

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  2. Você brinca com as palavras com uma naturalidade incrível, admiro isso.

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  3. Brinca com o mar, e descansa na calmaria do som das ondas...

    Gostei do texto guria.

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