23 de novembro de 2011

Novembro, 24 — 00h11m.

Não vai dar certo, não vai dar certo, não vai dar certo — murmurou.
E deixou de lado. Lado direito junto ao coração, pois sabia que aquele nada era algo. Tinha de ser. Naquele novembro de tempo seco se preocupara mais em quando a tempestade fosse chegar do que com remendar seu coração e ficara aflita correndo do quarto a cozinha, da cozinha ao quintal, porém esqueceu-se que quando a tempestade chega o rio enche e então ela esta apta a mergulhar outra vez.

"Quero madrugar em seu peito
descobrir seus segredos
derramar amor na parede

saciar minha sede."

Olhar fixo. Mente avoada. Escorpiana nata.

obs. textos autobiográficos de madrugadas saem todos tão confusos.

3 comentários:

  1. Incrível... Só não vai ficar escrevendo de madrugada todos os dias... se não chega na aula com sono, e as notas caem, né mocinha! =D

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  2. ''Quero madrugar em seu peito
    descobrir seus segredos''
    Gostei tanto dessa parte *-* Achei encantador o teu modo de escrever. Me encantei de verdade. Parabéns, o blog é absolutamente simples e profundamente lindo. Um beijo na testa.

    http://sara-rsc.blogspot.com/

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  3. Guria. Pode ser confusão com sentidos...
    Querer.

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