7 de novembro de 2011

20h53m.

Sabe se lá o porque de ser tão diferente, mais ela é assim, gosta de mergulhar nas curvas, respirar o oposto do osso, de estudar o corpo, surrar os lençóis, ouvir a respiração ofegante, gritar para livrar-se de sua mente pertinente. Ela quer seu espírito, sua alma, seus lábios, tua pele. Ela quer andar em sua mente e muito mais -origens "femme fatale" apitam por aqui.
A carne é fraca, sabe-se desde o inicio. O diabo atenta, sempre.
Habitua-se a virtude de ser assim, gosta. Agitação para arfar. Luxuria condenada.
É humana, tem pecados, não acredita em divindades, já aceitou o diabo e que o mesmo encarne em sua mente, corpo, que a tome e que seja o primeiro depois do ultimo. Não se acanhe, nunca sabe o que faz, nunca perdoa, nunca acha motivos o bastante para sobreviver na superfície sem valor.
Cores mudam em sua mente, se é preto contradiz só para dizer que é branco, e se vira para trás, logo, joga tinta branca só para não desmentir o dito. Covarde. Parasita em corações inocentes, mente ser forte para revirar sua própria emoção. Fraca. Foge antes de perceber que o coração foi roubado.
Um monstro profano, com identidades trocadas e revestidas de uma liberdade duvidosa, ideias frenéticas, esquizofrenia ritmada por passos que ora existiam ora retardavam. Menina dos ovos de ouro.

Um comentário: